RADAR GPD: Por que o futuro do turismo está na hiperpersonalização?
A visão do GPD sobre os insights da WTM 2026

Recentemente, nossa CEO Larissa Lima realizou a cobertura da WTM 2026, um dos maiores palcos do turismo global. Entre os corredores e painéis, um tema ecoou com unanimidade: a jornada do viajante não é mais a mesma.
Em um cenário onde a Inteligência Artificial (IA) media desde a inspiração até o pós-viagem, a sobrevivência de hotéis e agências passa obrigatoriamente pela hiperpersonalização. Mas, para o GPD, o desafio vai além de ter ferramentas modernas, trata-se de como Marketing, Vendas e Tecnologia se conectam para oferecer o serviço certo, no momento certo.
A jornada integrada
Abaixo, consolidamos as visões fundamentais para o mercado de turismo sob a ótica da nossa tríade estratégica:
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Marketing e captação com foco na intenção: A pesquisa do viajante evoluiu. Ninguém mais busca apenas “hotel frente mar”. A demanda agora é específica: “hotel a uma quadra da orla com programação para crianças de 5 anos”. O seu meio de hospedagem precisa de conteúdo que entregue essa resposta exata para o Google, ChatGPT ou Gemini, por exemplo;
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Vendas e conversão além do consultivo: No turismo, a experiência é o produto. O setor comercial precisa ser consultivo para garantir a venda direta, a maior oportunidade de margem, já que ninguém conhece o hóspede melhor do que o time interno;
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Tecnologia e escala como propulsor: Sem dados integrados, a hiperpersonalização é apenas teoria. A sugestão do GPD é: escolha o seu PMS (sistema de gestão hoteleira) como a fonte da verdade e capacite seu time para validar dados com assertividade.
O desafio dos silos
Muitas empresas do ecossistema turístico falham porque operam em silos. O marketing atrai, mas o comercial não recebe o contexto e a tecnologia atua isolada. Essa “cegueira” sobre o ROI e o CAC (Custo de Aquisição de Cliente) é o que a nossa metodologia Visão de Drone combate.
Especialmente para projetos de decisão complexa, como timeshare ou multipropriedade, a segmentação da carteira em tempo real é crítica. Então, ter um painel de indicadores que mostre onde a jornada está travando é essencial.
Hiperpersonalização da teoria à prática
A hiperpersonalização exige uma força-tarefa de integração. Isso quer dizer que PMS, gestor de canais, ferramentas de anúncios e automação de marketing precisam falar a mesma língua.
Se o seu hotel ou empresa de turismo ainda sofre para converter leads em reservas diretas, talvez o problema não seja o seu marketing, mas a falta de integração da sua tríade.
O seu negócio está pronto para a era da hiperpersonalização?
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